Site e presença
O canal onde o cliente confere se o negócio é sério, antes de ligar.
A Talhe Digital faz site, sistema interno, integração e automação sob medida.
Resposta em até 24 horas em dias úteis.
O que uma frente produz, a outra usa.
O canal onde o cliente confere se o negócio é sério, antes de ligar.
O processo que hoje vive em planilha e WhatsApp, com dono e histórico.
O que já roda passa a conversar. O que é repetido passa a rodar sozinho.
Triagem, atendimento e decisão apoiada, com o modelo dentro da empresa quando o dado é sensível.
Domínio, hospedagem e código-fonte ficam com você. Trocar de profissional não trava o projeto.
Sem atendente, sem gerente de conta, sem fila de chamado entre o pedido e a resposta.
Estrutura, textos e visual pensados para o seu mercado, não um modelo pronto com o logo em cima.
Agente nenhum decide sozinho o que importa. Onde o dado é sensível, o modelo roda dentro da empresa.
Se dá para descrever o processo, dá para construir.
Quando o pedido de suporte nasce numa conversa, ele costuma morrer nela: ninguém transcreve, ninguém acompanha. O bot faz a triagem, abre o chamado no sistema que a empresa já usa e devolve o andamento na mesma conversa de quem pediu.
Responder “como estamos?” costuma depender de quem sabe mexer no banco de dados. O agente entende a pergunta, busca o dado e responde, com o modelo rodando na própria máquina da empresa.
Descobrir que caiu porque o usuário ligou sai caro. O monitoramento acompanha a rede e os serviços que não podem parar, e avisa enquanto ainda dá tempo de agir.
Começar
Não existe ainda, ou existe mal.
Para quem depende só de rede social ou tem um site que envergonha.
Institucional, landing page, portfólio e catálogo.
Para quem manda documento e senha por e-mail.
Um ponto único para o que hoje circula solto.
Para quem abre três arquivos para achar um número.
O indicador na tela, atualizado sozinho.
Para quem não achou produto de prateleira que caiba.
Software desenhado sobre o processo que já existe.
Evoluir
Já existe, mas trava mais do que ajuda.
Para quem tem sistema que funciona e ninguém quer tocar.
Reescrita por partes, sem parar a operação.
Para quem está preso a uma tecnologia ou a um fornecedor.
Sair de onde está levando os dados junto.
Para quem digita o mesmo dado duas vezes.
ERP, CRM, emissor de nota e o que mais já roda.
Para quem tem volume de pedido, dúvida ou triagem.
Leem o contexto, decidem e agem nos sistemas da empresa.
Crescer
Funciona, mas não acompanha o volume.
Para quem repete a mesma tarefa toda semana.
O que é sempre igual passa a rodar sozinho.
Para quem perde pedido no meio da conversa.
WhatsApp que responde, registra e devolve andamento.
Para quem não aparece quando procuram na cidade.
Estrutura, velocidade e presença na busca.
Para quem não quer o projeto parado depois de publicado.
Correção, ajuste e melhoria contínua.
Ferramentas do dia a dia
Conte a situação. Retorno em até 24 horas em dias úteis.
Desenvolvimento de software em São Luís, no Maranhão. Encontro presencial na Grande São Luís pode ser combinado.
Não há tabela: cada projeto é orçado pelo que ele exige. O valor sai do diagnóstico, depois de entender o tamanho do que precisa ser feito.
Quatro sinais costumam aparecer juntos: a informação depende de uma pessoa e some quando ela falta; o mesmo dado é digitado duas vezes, de um sistema para a planilha e de volta; o pedido chega por WhatsApp, alguém anota num papel e não existe histórico nem prazo; e responder “como estamos este mês?” exige abrir três arquivos e conferir na unha. Se dois ou mais são o seu caso, falta sistema, não esforço.
Em quatro etapas. Diagnóstico: conversa sem pressa sobre o negócio, o que já existe e onde ele quer chegar. Escopo: o que vale construir e em que ordem. Desenvolvimento: você acompanha e ajusta durante o caminho, em vez de ver tudo só no final. Publicação: no ar e testado, com você sabendo mexer no que foi entregue.
Pix ou transferência, normalmente em duas parcelas — metade no início e metade na entrega. Projetos maiores são divididos por etapa.
Fica. Código-fonte, domínio e hospedagem ficam com você. Trocar de profissional depois não trava o projeto nem exige começar de novo.
Não. São pagos por você direto ao provedor, e por isso ficam no seu nome. A configuração faz parte da entrega.
Não precisam sair. O modelo pode rodar dentro da própria empresa, sem enviar nada para serviço externo. Quando faz sentido usar um serviço de fora, isso é dito antes, não depois.
O padrão é remoto, por WhatsApp e chamada de vídeo — a maior parte dos projetos foi tocada assim. Encontro presencial na Grande São Luís pode ser combinado.
Quase sempre. Modernizar o que existe, integrar com o que já roda ou migrar de plataforma costuma custar menos que recomeçar — e o diagnóstico diz qual dos três é o caso.
Ficou alguma dúvida de fora? Pergunte pelo WhatsApp.